Os mais bonitos....Ferrari de 1951
O carro vintage acima foi guiado por Michael Schumacher em 2001 em exibição em Silverstone, na Inglaterra, mas se destaca mesmo por ter sido o modelo que deu à escuderia italiana sua primeira vitória na categoria, com o argentino Froilan Gonzales, derrubando hegemonia da Alfa Romeo. Esse design ainda prevaleceria na categoria por mais de uma década.
Lotus de 1985
A cor preta fica basicamente associada a este carro, com o qual o brasileiro Ayrton Senna viveu um ano de estouro, conquistando sua primeira vitória na categoria, em Estoril (Portugal) e fechando o Mundial na pela primeira vez entre os quatro primeiros – em quarto, com 38 pontos somados.
McLaren de 1990
Ayrton Senna ganhou o bicampeonato mundial com um carro que eternizou seu patrocinador no ideário esportivo nacional (foi com ele que o piloto triunfou pela primeira vez no GP do Brasil), adaptando o logo ao design que ficaria vinculado à imagem da escuderia por duas décadas.
Brabham de 1983
Nelson Piquet conquistou seu segundo título com este clássico, já em uma transição das antigas e ‘barcas’ da década anterior para a aerodinâmica dos atuais f-1s.
Jordan de 1991
Estava longe de integrar a elite do Mundial, com apenas 13 pontos somados durante todo o ano, o que foi bom para a quinta posição, atrás de Benetton, Ferrari, Williams e McLaren. Mas o equipamento chamou atenção pela combinações de seu verde – até então incomum – e azul.
Williams de 1992
Enquanto a McLaren perdia força, a Williams montou o FW14B, um dos carros mais espetaculares da F-1 em termos de rendimento para consagrar, depois de três vice-campeonatos de Nigel Mansell, uma combinação de cores que também entraria para a história; dessa vez não teve jeito, o afogado inglês venceu nove provas, conquistou o título com cinco corridas para o fim.
Jordan de 1997
Os carros animados da escuderia, com uma cobra desenhada em seu bico, sendo que os dois suportes que o ligavam ao aerofólio dianteiro faziam papel de presas, ajudavam a levar diversão para a pista em um ano de completo domínio da Williams, com o canadense Jacques Villeneuve.
McLaren de 1998
A “flecha de prata” do projetista Adrian Newey, propulsionada pelo emergente motor Mercedes Benz, deu ao finlandês Mika Hakkinen seu primeiro título mundial e ajudou a escuderia a fixar outra imagem para os fãs, liderada hoje pelo prodígio Lewis Hamilton, depois de anos de penúria no final da era “vermelho-e-branca” nos anos anteriores.
Ferrari de 2002
O F2002 foi o maior carro já feito? Michael Schumacher talvez não discorde. Com este modelo, ele somou 11 vitórias e 144 pontos, quase o dobro dos 77 de Rubens Barrichello, o vice-campeão, também de sua escuderia, que não teve nenhuma concorrência (nos construtores, foram 221 pontos contra 92 da Williams; com o título Schumi igualaria Juan Manuel Fangio como penta, e mais dois ainda viriam.
Renault de 2005
Chega, Schumacher. O espanhol Fernando Alonso, com uma Renault de cores alegres, gerida por Flavio Briatore, ex-mentor do alemão, dá um fim a sua hegemonia na categoria e, na verdade, encontra mais resistência da McLaren de Kimi Raikkonen do que da Ferrari.
....e os mais feios.Tyrrell de 1977
Não é caminhão, mas tem seis rodas. A equipe é um marco de mau gosto na principal categoria do automobilismo, mas esse modelo superou qualquer expectativa. Não podemos esquecer também do aerofólio estilo "aspirador de pó"
Williams de 1999
A escuderia teve cores clássicas e o azul sempre presente. No final da década de 90, uma mudança de patrocinador a deixou vermelha... e horrível! De lado ou por cima, o carro foi mal na pintura e nas pistas.
Carros deste ano
Mal começou e a temporada 2009 já promete ser uma das mais estranhas da F-1. As novas regras deixaram os aerofólios dianteiros maiores e os traseiros, menores. Para quem se acostumou com o contrário, será difícil apreciar os carros.
BAR de 1999
Uma lambança! A equipe, recém-chegada e com influências norte-americanas, lançou dois carros com pinturas diferentes na apresentação. Só esqueceu de perguntar se era permitido. Como não era, o jeito foi dividir o modelo no meio com os dois patrocinadores.
Williams de 2004
A Benetton criou o bico de tubarão e entrou para a história. O time britânico inovou com o bico "tubarão branco com fome". Era tão estranho que chamou a atenção: será que melhora o tempo? Não! O time parou de usá-lo no mesmo ano.
Honda de 2007
A equipe se empenhou em uma campanha para salvar o planeta do aquecimento global, pegou uma foto de satélite e colou no carro. O design não recebeu muitos elogios nos paddocks, mas damos um desconto pela boa causa.
RBR de 2007
No GP da Inglaterra do ano retrasado, a escuderia também fez uma boa causa: os torcedores pagavam dez libras esterlinas para ter suas fotos estampadas no carro. Deu nisso. Mas o pior é que acabaram colocando o escudo do Internacional de Porto Alegre. A criatura que fez isso foi Cláudio Schilling. Abaixo, detecte o escudo do Inter.
Ferrari de 1974
Tudo bem, o time italiano tem os carros mais bonitos da Fórmula 1. Mas também já fez coisa feia. Este modelo, pilotado por Niki Lauda, tem um aerofólio finíssimo e um Santo Antônio gigante sobre a cabeça do piloto. Estranho!
Benetton de 1986
A equipe é conhecida por ter feito carros bonitos, mas este não é um deles. O detalhe negativo fica para a parte colorida na traseira.
AGS Cosworth de 1987
O modelo foi um carro horrível pilotado pelo brasileiro Roberto Pupo Moreno. A "zebrinha" branca e vermelha não fez sucesso.
Brawn de 2009
Em questão de desempenho das pistas, nota 10, não é a toa que foi campeã de construtores e de pilotos, com Jenson Button.
Mas em Pintura e Patrocínio, é uma tragédia! Sabe quem já patrocinou a Brawn? Virgin, Itaipava, Canon (câmeras Canon, não se lembra?) Mapfre e até o Banco do Brasil.
Fonte:
Site da Editora Abril